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Este bairro presta uma homenagem a um médico da localidade. Anteriormente conhecido como “Coqueiros” por ter sido um sítio com abundância dessas palmeiras, pertencente à família Guimarães.

A Igreja denominada Nossa Senhora das Graças, está situada ao lado da praça Castelo Branco. Esta Igreja possui salões de festa e casa paroquial. Suas características arquitetônicas são do tipo clássico italiano seiscentista, no qual foi inspirada e possui um forte sentido de verticalidade. Suas janelas são arcadas com vitrais coloridos.

Inaugurada em 17 de novembro de 1949, pelo monsenhor José Boggiani, sua construção foi financiada por benfeitores e pelo próprio religioso.

Igreja de Agostinho Porto

Por iniciativa do Frei Erasmo Cleven, O.F.M., no dia 16 de julho de 1953, reuniram-se os católicos da localidade com o objetivo de adquirir um terreno e construir um Salão Paroquial. A Comissão encarregada de construir ficou a cargo dos senhores Sinésio Souza, Abílio H. Corrêa, Raul Cardoso, João Vitalino de Carvalho e Antonieta Colucci Médici. O Bispo de Petrópolis Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra, estando na inauguração e vendo o entusiasmo dos fiéis, confiou o cargo de Vigário ao Padre Paul Jean Guerry, que veio como missionário do Oriente (Indochina), tomando posse em 1956. Trabalhou intensamente com a comunidade católica, com a simpatia de todos construiu a Igreja Matriz de São Matheus, que além do trabalho religioso desenvolveu intensa atividade social, com cursos profissionalizantes para a comunidade.

Localizada na Praça Getúlio Vargas, Centro, com a doação de 30 contos de réis e mais a pia batismal, a Princesa Isabel dava início em 1875 à construção da Igreja de São João de Meriti. Apoiada pelas famílias tradicionais da localidade como os Tavares Guerra, Telles de Menezes entre outros.

Foi inicialmente erguida como capela, pois somente com a chegada dos padres franciscanos à região em l932, passando neste ano a sede da freguesia, a partir daí reformulou-se sua construção, dando-se-lhe características de Igreja Matriz. Acompanhada de grande festa, sua inauguração deu-se em 24 de junho de l938, com a presença do então interventor no Estado do Rio de Janeiro, o Sr. Amaral Peixoto.

Aos fundos, ficava o Cemitério da Irmandade do Sagrado Coração, onde hoje funciona o Colégio Fluminense. A área da praça ia desde o cemitério até a Av. Dr. Arruda Negreiros. É constituída de uma grande nave central com capela-mor e coro. Imagens diversas compõem os vitrais. Detalhes em alto relevo nas paredes representam a via crucis. Teto e pilastras decorados. Destaca-se ainda a construção da Torre do relógio nas décadas de 1950/1960.

Possui teatro, salões de festa e prédio de residência paroquial. No seu entorno possui algumas lojas que pertencem à Mitra Diocesana. Forma com Duque de Caxias uma Diocese. A Igreja Matriz que conhecemos hoje, nada tem a ver com sua construção original. Com obras de ampliação nas décadas de 50 e 60, perderam-se todas as linhas arquitetônicas coloniais, mantendo-se, porém, ponto de fé e orgulho de sua comunidade.

Localizada na Venda Velha, a Casa da Grota foi uma fazenda que pertenceu à família de Antônio Teles de Menezes, onde funcionou nas décadas de 1930/1940, a Granja Santo Antônio.

Encontra-se semi-abandonada mas mantém todas as características originais do século passado: originalidade arquitetônica, assoalhos, forro, lustres, janelas envidraçadas, móveis etc. Foi residência do insigne cidadão dessa terra o Dr. Alberto Jeremias da Silveira Menezes, casado com Dna Dulce da Silveira Menezes, neta do Sr. Antônio Teles de Menezes.

Casa da Grota

Casa da Grota

Texto: IPAHB

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