Não existe. Conforme a definição vulcanológica, um vulcão extinto deve ter a elevação morfológica formada por erupções vulcânicas preservado até o presente. Entretanto, as pesquisas científicas recentes, tais como Motoki & Sichel (2006) e Motoki et al. (2007a; b; c), revelaram a inexistência da cratera, edifício vulcânico, bomba vulcânica, fluxo piroclástico e lava. Diante os novos estudos publicados em periódicos científicos, não houve contestações dos cientistas que apoiavam a hipótese do vulcão. Não existe o Vulcão de Nova Iguaçu, este é a resposta da ciência atual. Por outro lado, certos grupos de promoção turística e determinados jornalistas têm dificuldade de aceitar esta conclusão geológica. O mito do vulcão ainda continua.
Este bairro presta uma homenagem a um médico da localidade. Anteriormente conhecido como “Coqueiros” por ter sido um sítio com abundância dessas palmeiras, pertencente à família Guimarães.
A Igreja denominada Nossa Senhora das Graças, está situada ao lado da praça Castelo Branco. Esta Igreja possui salões de festa e casa paroquial. Suas características arquitetônicas são do tipo clássico italiano seiscentista, no qual foi inspirada e possui um forte sentido de verticalidade. Suas janelas são arcadas com vitrais coloridos.
Inaugurada em 17 de novembro de 1949, pelo monsenhor José Boggiani, sua construção foi financiada por benfeitores e pelo próprio religioso.

Por iniciativa do Frei Erasmo Cleven, O.F.M., no dia 16 de julho de 1953, reuniram-se os católicos da localidade com o objetivo de adquirir um terreno e construir um Salão Paroquial. A Comissão encarregada de construir ficou a cargo dos senhores Sinésio Souza, Abílio H. Corrêa, Raul Cardoso, João Vitalino de Carvalho e Antonieta Colucci Médici. O Bispo de Petrópolis Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra, estando na inauguração e vendo o entusiasmo dos fiéis, confiou o cargo de Vigário ao Padre Paul Jean Guerry, que veio como missionário do Oriente (Indochina), tomando posse em 1956. Trabalhou intensamente com a comunidade católica, com a simpatia de todos construiu a Igreja Matriz de São Matheus, que além do trabalho religioso desenvolveu intensa atividade social, com cursos profissionalizantes para a comunidade.
Localizada na Praça Getúlio Vargas, Centro, com a doação de 30 contos de réis e mais a pia batismal, a Princesa Isabel dava início em 1875 à construção da Igreja de São João de Meriti. Apoiada pelas famílias tradicionais da localidade como os Tavares Guerra, Telles de Menezes entre outros.
Foi inicialmente erguida como capela, pois somente com a chegada dos padres franciscanos à região em l932, passando neste ano a sede da freguesia, a partir daí reformulou-se sua construção, dando-se-lhe características de Igreja Matriz. Acompanhada de grande festa, sua inauguração deu-se em 24 de junho de l938, com a presença do então interventor no Estado do Rio de Janeiro, o Sr. Amaral Peixoto.
Aos fundos, ficava o Cemitério da Irmandade do Sagrado Coração, onde hoje funciona o Colégio Fluminense. A área da praça ia desde o cemitério até a Av. Dr. Arruda Negreiros. É constituída de uma grande nave central com capela-mor e coro. Imagens diversas compõem os vitrais. Detalhes em alto relevo nas paredes representam a via crucis. Teto e pilastras decorados. Destaca-se ainda a construção da Torre do relógio nas décadas de 1950/1960.
Possui teatro, salões de festa e prédio de residência paroquial. No seu entorno possui algumas lojas que pertencem à Mitra Diocesana. Forma com Duque de Caxias uma Diocese. A Igreja Matriz que conhecemos hoje, nada tem a ver com sua construção original. Com obras de ampliação nas décadas de 50 e 60, perderam-se todas as linhas arquitetônicas coloniais, mantendo-se, porém, ponto de fé e orgulho de sua comunidade.
Inaugurado em 21 de dezembro de 1992, para servir de referência cultural para o município. Em 1997, sofreu grandes reformas tanto no sentido físico como em suas atividades.
O Centro Cultural abriga oficinas de dança, folclore, violão, cavaquinho, teclado, teatro, artes plásticas, grupo da terceira idade, palestras, sapateado, banda de música, biblioteca, exposições de artes, etc.
O espaço tem por finalidade desenvolver uma nova mentalidade cultural, descobrindo talentos e promovendo a sociabilidade em nosso povo.

Inaugurada em 14 de janeiro de 1997, após um ano de obras, o Centro Esportivo de São João de Meriti foi recebido pela Prefeitura Municipal de nosso município, de acordo com convênio firmado entre o Governo Federal, através do Ministério Extraordinário dos Esportes e o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Esporte, cabendo a administração do Centro à Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, que implantou o Programa de Esporte Solidário.
A Vila Olímpica hoje conta com aulas de Artes Marciais de Judô, Tai-chi-chuan, Karatê, Jiu-Jitsu e iniciação desportiva em Atletismo, Ginástica Olímpica, Futebol de Campo, Basquete, Vôlei, Hand-ball e Capoeira.
A Bandeira do município de Duque de Caxias foi criado por deliberação em 30 de dezembro de 1966, sendo prefeito Joaquim Tenório Cavalcanti. O projeto é da comissão formada por Clóvis de Araújo Barreto, Luiz Travassos e Walter Joaquim da Rocha.
Ela consiste de duas listas azuis, em fundo branco remoso, que se cruzam no sentido da maior diagonal, tendo ao centro o brasão do município, recordando suas tradições e origens históricas e o desenvolvimento – presente e futuro do município, em luta serena pela industrialização.
A confecção da bandeira do município de Duque de Caxias, obedece às seguintes regras para fins de reprodução, a que deve-se utilizar como base a proporção 07:10, ou 14 x 20 módulos, como a bandeira nacional:
- As listas transversais azuis terão 2,5 metros (dois e meio módulos) de largura;
- O brasão do município ficará ao centro, sobre as listas azuis, afastado de 2 metros (dois módulos) na parte superior e 3 metros (três módulos) na parte inferior no sentido da largura da Bandeira; e
- O listel terá a largura de 0,8 metro (oito décimos do módulo) e as letras 0,5 metro (cinco décimos do módulo).
Fonte: Wikipedia
No dia 30 de dezembro de 1966, o prefeito Joaquim Tenório assinou a deliberação que instituiu os primeiros símbolos municipais.
Os símbolos formam a marca visual dos diversos órgãos governamentais: municípios, estados e nação. Para representar e valorizar nossos valores de civismo e amor à cidade, usamos os símbolos. Duque de Caxias tem o Brasão, a Bandeira do Município de Duque de Caxias, a Bandeira da Câmara Municipal, a figura do Duque de Caxias montado em seu cavalo e o Hino de “Exaltação à Cidade de Duque de Caxias”.
A comissão
A pedido do prefeito Joaquim Tenório, uma comissão de funcionários municipais foi formada para criar o Brasão e a Bandeira. Fizeram parte do grupo Clóvis de Araújo Barreto (desenhista e estudioso em heráldica – brasões), Luiz Travassos e Walter Joaquim da Rocha. O pedido do prefeito tinha justificativa, pois apesar de emancipado em 31 de dezembro de 1943, Duque de Caxias ainda não dispunha de seus símbolos, mesmo com a permissão da Constituição Brasileira de 1946.
Brasão de Duque de Caxias
http://baixadafluminense.wordpress.com/2007/12/20/brasao-de-duque-de-caxias/
O Brasão do município de Duque de Caxias foi criado por deliberação em 30 de dezembro de 1966, sendo prefeito Joaquim Tenório Cavalcanti. O projeto é da comissão formada por Clóvis de Araújo Barreto, Luiz Travassos e Walter Joaquim da Rocha.
O brasão caxiense se apresenta da seguinte forma:
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Escudo português que lembra a origem lusitana da nossa Pátria;
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A coroa ducal, em toda a sua beleza, evidencia o topônimo Duque de Caxias, cujo titular, Luís Alves de Lima e Silva, é hoje o patrono do Exército Brasileiro;
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O trecho do imponente mecanismo da Refinaria Duque de Caxias representa, em toda sua pujança, a industrialização do município.
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As estrelas falam da povoação regional pela figura de Brás Cubas (direita) e à esquerda lembra o deputado Manoel Reis, que foi o mais destemido baluarte da emancipação política do antigo distrito de Iguaçu.
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A data 1566 refere-se ao início do desbravamento das terras onde hoje está o município e 1943 refere-se à elevação do antigo lugarejo à dignidade de cidade.
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Também os metais e esmaltes têm os seus significados: ouro representa a força, prata a candura, vermelho a intrepidez, azul a serenidade e, finalmente, o verde representa a abundância.
Militar e estadista, é o patrono do Exército brasileiro. Nasceu na Fazenda da Tuquam, Vila de Porto de Estrela, hoje Duque de Caxias – RJ, e faleceu na Fazenda de Santa Mônica, Desengano, hoje Juparanã – RJ.
Em 1823, partiu como capitão para a Guerra Cisplatina (1825-28), da qual regressou promovido a major, ficando adido ao Batalhão do Imperador até sua dissolução (1831). Passou em 1837 para o comando do Corpo da Guarda da Corte, como tenente-coronel.
Foi em 1839 ao Rio Grande do Sul, conflagrado pela revolução Farroupilha, em viagem de inspeção, retornando à Corte e seguindo no mesmo ano para o Maranhão, à frente da Divisão Pacificadora do Norte, para dar fim à rebelião conhecida por Balaiada. Foi promovido a coronel e agraciado com o título de Barão de Caxias em 1841. Como Marechal-de-Campo, acabou com a guerra dos Farrapos, tendo por isso sido elevado a conde e escolhido senador em 1846 pela Província do Rio Grande do Sul.
Foi Ministro da Guerra em 1855 e presidiu o Gabinete Ministerial entre 1861-62 e 1875-78.
A atuação política de Caxias no Senado restringiu-se basicamente a assuntos militares, tal como um projeto que defendeu em 1846 em favor das guardas nacionais gaúchas, em que deu especial atenção às tropas localizadas no sul do país – ponto instável e estratégico.
Caxias também criou o Supremo Conselho Militar, substituindo as juntas de justiça militar, e propôs o fim do alistamento militar obrigatório.
Mais detalhes da biografia podem ser encontradas nos links abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Alves_de_Lima_e_Silva
